Um Amor Para Recordar. | Nicholas Sparks.
pg 148.
Um Amor pra Recordar (via livrariapessoal)
Build me a home inside your scars.
Build me a home inside your song.
Build me a home inside your open arms.
The only place I ever will belong.
from I am Still Running— Jon Foreman
These lyrics…. yes.
Jon Foreman - Let Your Love Be Strong
Minha canção Favorita de todas as músicas do Jon.
“Nesse mundo de novidades, eu encontrei nada de novo, eu encontrei nada puro. Talvez eu seja apenas um idealista para assumir a verdade, que o amor poderia ser um verbo, talvez eu esteja um pouco desinformado”
“Escrevi este, depois de uma longa caminhada de manhã cedo antes do sol nascer. Eu estava sentado pelos trilhos de trem a meio caminho entre o mar e a rodovia. Quando tudo em sua vida desmorona você começa a perceber que vale a pena segurar em quem tem o poder sobre você. Deixe o mundo desmoronar … toda a minha vida repousa sobre o amor que criou cada respiração que me foi dada.” - Jon Foreman
”
(via monicamady)
(Source: minha-finitude)
Com o advento do Liberalismo, alicerçado nas idéias de Rousseau de que o homem é naturalmente bom e que, por isso mesmo, pode realizar o seu destino a seu bel-prazer, surgiu a idéia da auto-suficiência do homem. Do Teocentrismo passou-se para o Antropocentrismo. O homem pela sua liberdade tem o direito de fazer o que bem lhe agrada. Com isso surgiu o grito da revolução francesa: Igualdade, Liberdade e Fraternidade. Com este grito de independência quis-se derrubar toda a lei e toda a autoridade. Automaticamente seguiu-se o horror, a guilhotina, a confusão, o caos… Começou oficialmente a queda do homem moderno, porque sem lei não se educa, sem lei não se constrói e sem lei (normas) não há tranqüilidade… O empafiado Liberalismo, orgulhoso do poderio humano quis basear-se unicamente num mundo planificado na eugenia, no trabalho mecanizado, na alimentação científica-programada e na educação progressista. Mas a crença no progresso da humanidade através da ciência e da técnica evolutiva foi destruída pela rápida sucessão das guerras. Outro desengano à fé na bondade natural do homem foi a crescente desumanidade do homem para com o próprio homem, manifestada através da crueldade das guerras modernas. A liberdade, interpretada como o direito de fazer o que cada um bem deseja, não fez mais do que criar um a civilização retalhada por conflitos de egoísmos individuais, conflitos criados pelas filosofias totalitárias. Dentro dessas perspectivas, o homem se sente cada vez mais arrastado para a degradação, o sofrimento e a morte. Com isto, o homem progressista tornou-se um homem frustrado, um homem decaído. Os filósofos se empenhavam em descobrir qual a causa da corrupção do homem e como redimi-la. Consideravam eles que, se existiu queda, não ocorreu na natureza humana, mas apenas na sociedade.
Teriam sido a sociedade e as instituições que corromperam e frustraram o homem. Realmente dentro de uma sociedade poluída, o homem também se polui, deixando de guiar-se pela razão iluminada pela fé, para abandonar-se aos instintos irracionais. É evidente que dentro de uma sociedade corrupta, o homem também terminaria por contaminar-se. Os principais expoentes do homem também terminaria por contaminar-se. Os principais expoentes do homem frustrado foram o russo Dostoievski, Friedrich Nietzsche e Soren Kierkegaard. Dostoievski foi o intérprete do mundo atual confuso e inquieto. Predisse, em os “Possessos”, que o homem liberal, alienando-se da crença em Deus, terminaria por divinizar-se a si mesmo, colocando-se acima de todas as leis morais e procurando tornar-se o senhor da criação. Essa afirmação de sua própria ansiedade em face da divindade terminaria na sujeição do homem às forças irracionais que o haveriam de destruir ou desgraçar. Desta forma o mundo, mais cedo ou mais tarde, teria que enfrentar a auto-suficiência do homem terminado na sua auto-destruição. É do próprio Nietzsche a expressão: ”O mundo frustrado abandonou o Cristo para seguir o Anticristo.”
Realmente o século XX abandonou a Deus e quis reconstruir o mundo através da técnica e da ciência. Mas como não é a produção tecnológica e nem a ciência que satisfazem o coração humano, caiu no desespero e na angústia, sem saber que soluções encontrar. É por isso que Kierkegaard, reconhecendo a falência do homem liberal do século XX, foi tão lúgubre em descrever a angústia e o desespero do homem, que dizia em seu Diário: ”Só posso ser entendido depois da morte”. Só agora é que percebemos a razão do pessimismo de Kierkegaard. A ciência, a técnica, o liberalismo e o “marketing” transmitiram aos jovens modernos um mundo vazio e sem sentido. Os jovens sem ideal, sem rumo e sem sentido na vida, vazios e incompreendidos no seu desabrochar para a vida, refugiam-se no tóxico, no tabagismo, nos ansiolíticos, no paroxismo sexual, na agressividade, na criminologia e no suicídio. É esta a realidade que observamos em nosso mundo tecnocrata. O homem frustrado abandonou como sobrecarga inútil a ética e as normas morais para seguir a “ciência”, e os deuses fictícios, projetado pela onda da “moda”. Com isso o homem desintegrou-se, porque sua realidade intrínseca é imutável e transcendental. Ele não é só animal, ele é principalmente racional, portanto, espiritual. É por isto que: ”A cura do homem frustrado, que trava uma furiosa guerra no íntimo de sua alma, não reside na evolução e na técnica, mas sim na fé em uma fusão com Deus”.
Essa tensão interior do homem aguçou-se principalmente com a Renascença, quando institucionalmente se proclamou a auto-suficiência e a autonomia do intelecto, desconsiderando-se por completo a sua dependência de Deus. A revolução francesa, ao formular os direitos naturais do homem, transformou-o num mero animal “político”, dotado de direitos, mas não de deveres. Esse humanismo não-cristão, que identificou o homem à natureza, acabou por fazer do homem uma coisa, ou melhor, uma peça do mundo tecnológico. Desmantelou-se o homem como pessoa. O humanismo renascentista, despido de sua bases teocêntricas, precipitou o século XX num humanismo desumanizante, em que se tornou um problema, sentindo-se frustrado, a gemer nos estertores da agonia. O mundo moderno está cônscio deste mal, que objetivamente se manifesta nas guerras e revoluções, e subjetivamente, em conflitos interiores.
(Extraído do Livro ” MENS SANA” , Albino Aresi)